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segunda-feira, 6 de abril de 2009

O Ensino Bíblico desde o Berçário


Há muito tempo as igrejas evangélicas ignoram o trabalho específico para crianças, não percebem então que a infância é o tempo ideal para que a palavra de Deus seja semeada.

De acordo com a pesquisa feita na APEC (Aliança Pró Evangélização das Crianças) apontam que 1% das pessoas se convertem antes dos 5 anos de idade; 85% dos 5 aos 15 anos; 10% dos 15 aos 30; e 4% após aos 30 anos. Não podemos nos esqueçer que o caráter de uma pessoa é formado e moldado na infância.

O Trabalho infantil, a princípio, pode gerar muitas despesas mas o investimento que fazemos em longo prazo, o lucro é garantido!

As crianças pensam de maneira diferente de um adulto, am cada estágio há uma maneira especial de compreender e explicar as coisas deste mundo, por isso temos que utilizar uma linguagem que ela compreenda. Falar do céu, pecado, morte e ressureição de Cristo para uma criança não é fácil, mas é possível quando se encontra métodos e recursos apropriados.

Na idade de 0 á 5 anos, a criança descobre o mundo através de percepção e dos movimentos, ou seja, através da manipulação. Por isso não se pode ficar sentadinhos somente ouvindo histórias bíblicas. Ela aprende por intermédio da interação com o meio que a rodeia.

Um bom professor é aquele que é o "modelo", exemplo de vida: "Sejam meus imitadores, como eu sou de Cristo". (1 Co 11.1). As crianças precisam de bons referênciais de vida cristã, ser exemplo é característica imprescindível. Quem desaja ser modelo é paciente, amoroso e criativo.

O professor de criança precisa buscar o crescimento espiritual e pessoal de modo incansável.

Outro ponto importante é que nao basta colocar qualquer pessoa para ensinar as classes infantis, sabemos que o trabalho com as crianças exige que o professor trabalhe conteúdos de natureza diversas, abrangendo do cuidados básicos até conhecimento específicos provenientes das muitas áreas do conhecimento.

As classes infantis demandam que os professores tenham uma formação bastante ampla, a preparação de uma aula que leva muito tempo, ás vezes, bem mais tempo que uma aula para adultos.

Além de ignorarem o trabalho infantil, os ensinadores ainda tem outras dificuldades, que é a falta de recursos didáticos, professores vocacionados e bem treinados, espaço físico, recursos financeiros e por ai vai.

Precisamos todos nos esforçar e nos prepararmos ainda mais para essa obra!!!

Revista Ensinador Cristão
Palavra de Telma Bueno

sábado, 4 de abril de 2009

A Importância da criança

  • Você já parou para pensar no que as crianças recebem hoje?

Os cristãos recebem: boas novas, restauração, liberdade, alegria, louvor, justiça e glória.

Os não - cristãos: recebem más novas, angústias, prisão, tristeza, injustiças e condenação.

Consequência disso: Maldade, violência, problemas, drogas.

Meios utilizados: Tv, Seitas e pornografia

  • Qual o futuro para quem nao recebe nada de bom?

A Bíblia está aberta. A bíblia faz a diferença!

O futuro para aqueles que nao recebem nada de bom nao é nada menos q tristeza e uma vida sem sentido, mas aqueles que seguem os caminhos do Senhor nele tem a salvação, fé, amor, oração, crescimento, esses são os conceitos para aqueles quem o serve!

Portanto: Pene no futuro! Evangelize a criança de hoje para torná-lo o homem temente a Deus do amanhã!

Precisamos estar atento para usar qualquer ocasião para levar o evengelho para ás crianças!

segunda-feira, 30 de março de 2009

SETE NECESSIDADES BÁSICAS DA CRIANÇA

1. AS CRIANÇAS PRECISAM DE UM SENTIDO, DE SIGNIFICADO:
Os seres humanos necessitam ser notados, apreciados e amados como são, caso devam ter um sentido de significado. Não conseguiremos viver conosco mesmos se sentirmos que não temos valor ou se gostamos de nós mesmos.
De que forma podemos desenvolver este senso de significado?
1. Investir no relacionamento conjugal, demonstrando amor um pelo outro diante dos filhos.
2. As crianças não devem ser o centro de nossas atenções.
3. As crianças devem ser respeitadas em seu processo de maturação, não podem ser forçadas a alcançar posições superiores às suas possibilidades.
Atitudes dos pais que podem gerar complexo de inferioridade nos filhos:
ü elogios freqüentes a um dos irmãos;
ü ferir o auto-respeito;
ü exposição da criança ao ridículo, sarcasmo, zombaria, desprezo.
Como construir um sentido de significado?
ü Elogiar a criança pelos seus pequenos serviços e atitudes. Como diz Bruno Bettelleim : “A convicção sobre o próprio valor sópode resultar do sentimento que a pessoa tem de que seu trabalho é importante e que ela se desempenha bem dele.”
ü Apresentar a criança a outros pelo nome.
ü Permitir que a criança fale por si mesma quando alguém lhe faz perguntas.
ü Respeitar as opiniões e sentimentos da criança.
ü Passar mais tempo com a criança, dando a devida atenção.
ü Confiar nelas para que desenvolvam um senso de dignidade.
2. AS CRIANÇAS PRECISAM DE SEGURANÇA
Condições que criam insegurança:
1. Conflitos mal-resolvidos entre os pais que não sabem lidar com as diferenças de opinião.
2. Mobilidade constante traz dificuldades de ajustamento aos novos locais e pessoas.
3. Falta de disciplina, de limites estabelecidos.
4. Ausência dos pais em casa.
5. Críticas freqüentes provocam sentimento de fracasso e incompetência.
6. Pais que dão presentes e dinheiro, mas não dispõem de tempo, nem demonstram amor pelos filhos.
7. Insegurança e ansiedade dos pais.
Condições que criam segurança:
1. Harmonia, lealdade e comprometimento dos pais em seu casamento.
2. Certeza do amor dos pais que se concretiza em gestos de afeto.
3. União na família, para o alcance de metas, gera o senso de estabilidade.
4. Manutenção da rotina, horário habitual para as refeições e sono.
5. Disciplina administrada de forma amorosa.
6. Administração de toque (abraços, colo, carícias, beijos etc.)
7. Sensação de pertencimento para sentir-se aceita, valorizada e digna de valor.
4. AS CRIANÇAS PRECISAM DE ACEITAÇÃO
Assim como a saúde do corpo depende da alimentação e de exercícios físicos adequados, a saúde emocional depende da auto-estima, senso de utilidade, aceitação e valorização.
Por que as crianças sentem falta de aceitação?
ü Críticas constantes que geram sentimentos de fracasso, rejeição e desajustes.
ü Comparar a criança com outros, em nível de desempenho e competências.
ü Querer que as crianças atendam às expectativas da juventude dos pais.
ü Superproteger a criança faz com que se sinta incapaz de realizar tarefas.
desenvolvam. Manter expectativas frustradas, revelando-as aos seus filhos.
O que dá lugar ao sentimento de aceitação?
ü A criança deve ser tratada e apreciada como única, ter certeza de que é amada do jeito que é.
ü Auxiliar a criança a descobrir o prazer de realizar algumas atividades.
ü Permitir que a criança descubra que é amada, desejada e apreciada.
ü Aceitar as amizades do filho.
ü Manter a sinceridade e não ter receio de revelar suas fraquezas.
ü Ouvir os filhos com o coração.
ü Valorizar o filho, tratando-o como uma pessoa de valor.
ü Contribuir
4. AS CRIANÇAS PRECISAM AMAR E SER AMADAS
“A suprema felicidade da vida está na convicção de que somos amados.” (Victor Hugo)
A forma como estendemos amor a nossos filhos afetará profundamente a nossa forma de nos relacionarmos com os outros. Amar e ser amado produz a sensação de pertencimento que produz a segurança necessária para enfrentar a vida.
Seus filhos sabem que são amados?
ü Aprendemos a amar, pois nascemos com capacidade para isto. Correspondemos ao amor que nos é demonstrado.
ü Ensinamos o nosso filho acerca do amor de Deus e da beleza do sexo quando expressamos, diante dEle, o amor pelo cônjuge.
ü Demonstramos o amor quando o comunicamos através de palavras e de gestos.
ü Amamos quando revelamos o prazer que sentimos na companhia do outro.
ü O amor é demonstrado quando demonstramos que confiamos nos nossos filhos.
ü Ouvir os filhos é uma das melhores formas de amá-los e termos a certeza de que seremos ouvidos no futuro.
ü Este nobre sentimento contribui para compartilharmos experiências, as quais promovem a união, compreensão e comunicação.
ü Quem ama, constrói relacionamentos francos e confortáveis, atentando para a verdadeira identidade da criança.
ü As pessoas amadas sabem que são mais importantes que as coisas.
5. AS CRIANÇAS PRECISAM DE ELOGIOS
Tornamos as pessoas belas quando as louvamos e encorajamos com sinceridade. Precisamos de calor e ternura para mudar para melhor. Os nossos problemas de identidade são causados pelas críticas. O elogio não estraga a criança. Mas, se ela não o receber, passará a buscá-lo de forma errônea.
ü Deve-se elogiar o desempenho da criança e não a sua personalidade, sempre apontando para o progresso e evolução da criança.
ü O louvor deve ser dado pelas pessoas que ocupam uma posição privilegiada no cotidiano da criança. Dessa forma, se promoverá a generosidade, iniciativa e cooperação.
ü O elogio deve ser sincero.
ü A criança deve ser elogiada pelas ações de iniciativa própria.
ü As atitudes dos pais são tão importantes quanto as palavras de ânimo.
6. AS CRIANÇAS PRECISAM DE DISCIPLINA
Disciplinar a criança exige sabedoria, paciência e persistência. Não basta haver amor por parte dos pais. Os sentimentos de cordialidade, afeição e amor devem ser temperados com conhecimento, compreensão e auto-controle. Se a criança tiver liberdade ilimitada, certamente se assustará e se tornará insegura. A verdadeira liberdade será alcançada quando houver limites. Estes limites devem ser bem compreendidos e colocados em prática.
“1. Definição de disciplina. A disciplina é no geral definida como castigo que produz obediência. Este conceito é muito limitado. A palavra disciplina deriva de discípulo. Tanto disciplina como discípulo têm origem no termo latino para pupilo, significando instruir, educar e treinar. A disciplina envolve a modelagem total do caráter da criança, encorajando o bom comportamento e corrigindo aquele que é inaceitável. O castigo é a parte da disciplina que fornece uma restrição curta e temporária.
O castigo do mau comportamento não produz automaticamente o bom comportamento. A disciplina inclui também a responsabilidade dos pais em obter, encorajar, construir o bom comportamento em substituição ao mau. A disciplina inclui tanto o cultivo como a restrição – dois elementos necessários para a vida. Um bom jardineiro cultiva e poda suas plantas a fim de obter bons frutos. As ervas daninhas florescem naturalmente sem cuidado especial. Treinamento é o que devemos fornecer a nossos filhos. Ao encarar a disciplina nesses termos mais amplos, compreendemos que os métodos a serem aplicados podem variar muito mais do que pensamos geralmente. A disciplina inclui tudo que um pai faz ou diz para ajudar seu filho a aprender e desenvolver-se na direção da maturidade.
2. Propósitos da disciplina. Os pais devem perguntar continuamente a si mesmos:’Qual o objetivo final que desejo alcançar no treinamento de meus filhos?’
3. Métodos de disciplina. A reação da criança à disciplina dos pais tem muito mais significado do que o método usado.”[1]
Os métodos de disciplina podem ser resumidos em três categorias:
a) Regulamento – estabelecimento de regras.
b) Imitação – o modelo da criança está nas ações dos pais, do que são, fazem e dizem.
c) Inspiração – resultante da felicidade e satisfação dos pais.
A disciplina e o controle só vão funcionar quando há estrutura de bons sentimentos, afeição e alegria.
Os cinco princípios de disciplina do Dr. James Dobson:
1. Desenvolver respeito pelos pais, atentando para os seus princípios religiosos.
2. Reconhecer que a comunicação no geral melhora depois do castigo.
3. Controle sem implicância.
4. Não saturar o filho com excessivo materialismo.
5. Evitar extremos no controle e no amor.
7. AS CRIANÇAS PRECISAM DE DEUS
As primeiras orientações bíblicas para os pais estão em Dt 6. 6-8.
- Os pais devem ter, em primeiro lugar, comunhão com Deus: conhecer o caminho, mostrá-lo e seguir através dele. A compreensão do amor de Deus, misericórdia, perdão, aceitação e a verdade da Palavra de Deus resultarão do relacionamento familiar.
- O treinamento religioso é responsabilidade direta dos pais. A colaboração e encorajamento dos pais são os pré-requisitos para o desenvolvimento espiritual da criança na igreja.
Observando o texto bíblico de Sl 78. 1-8, verificamos os três propósitos da instrução:
1. depositar fé em Deus;
2. lembrar-se das obras divinas, guardando os seus mandamentos;
3. impedir o descontrole, teimosia e rebeldia.
- A instrução deve ser constante, contínua. Até os quinze anos, a criança normal pode fazer até 500.000 perguntas. A ausência de ensino sobre Deus pode expor a criança a toda sorte de falsos deuses e filosofia.